Às sete da manhã chegava a Angkor Wat para o visitar. Agora sim, um templo como deve ser.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
herança khmer
Há alguns anos o governo cambodjano "aconselhou" os vtimizados dos kmers vermelhos e de minas, na sua maioria deficientes e até então pedintes, a produzir algum artesanato que pudessem vender, em vez de circularem pelas ruas do país, e principalmente nas zonas turísticas, como pedintes. O processo evoluiu e realmente encontram-se por todo o lado vendedores ambulantes com deficiências físicas a vender desde malinhas em pano, desenhos e bonecos até instrumentos musicais, and so on, and so on. Neste caso, era um pequeno grupo de homens que formava uma banda musical, composta de vários instrumentos, que tocava junto a um dos templos. Vendiam alguns exemplares de reproduções dos instrumentos que tocavam e cd's da sua música.
Well done!
para quem acertar
Assim de repente parecem pratinhos com tapas absolutamente banais, e na maioria até são, mas uma delas tem cobra seca, que é como quem diz dry snake. Eu comi. Não digo que tenha sido a melhor coisa que comi na vida...já comi bem melhor e de graça, mas também não achei horrível, na verdade não soube a grande coisa, foi mais a ideia. Pronto, está feito. Na mesma refeição também tive perninhas de rã, ou seja, frog legs, muito boas e carnudas, com alho e salsa, marcharam que foi uma maravilha.
até é fácil dar um palpite de qual é a piton!!!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
por enquanto
Há muito mais a dizer de Bangkok, mas para já aqui ficam algumas imagens de Siem Reap, Cambodja. Já volto, vou só ali gastar umas solas a uns templos!
Bem vindos ao Cambodja!
...na época seca
...quem diria
arrozinho!
Não era o que estavam à espera de ver do Cambodja, pois não?!...Nem eu, mas daqui nada há templos à séria! Até já
domingo, 27 de dezembro de 2009
Chegar a Bangkok
Para quem vem de Singapura, entrar na Tailândia directa a Bangkok, é como entrar num mundo paralelo a quem também rasgaram os olhos.
quem nunca foi a chatuchak não pode dizer que sabe o que é um mercado à séria
isto é choco a secar...unntch
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
christmas pudding
Uma das vantagens que existe não só em passar o Natal fora do país, mas também em passar o Natal com pessoas de fora do nosso país, são as experiências culturais e, neste caso especialmente, gastronómicas. O pudim de Natal típico inglês tem um aspecto pouco favorável, mas é uma delícia. Me like it!
assim à laia de nunca-perguntei-a-receita, é mais ou menos o que conhecemos como pudim, mas com farinha, muito denso e com muitos frutos secos
faz uma chama linda e absorve o álcool
serve-se ao pedaços, pois não faz fatia, e junta-se-lhe com manteiga de brandy (neste caso caseira), que até para mim que não gosto de whisky, brandy e afins, é muito agradável. Não faz um prato lindo, é certo, também não dá para comer em quantidade, temendo o enjôo, mas que é bom é, e para quem não acredita que existe algum 'prato' típico em Inglaterra, além de fish & chips, aqui está um exemplo...assim de repente também não conheço outro. Até já.
o Natal já era
Uma das piores coisas de mudar para um fuso horário bastante diferente é uma pessoa passar a ter sono a várias horas do dia, não fazendo distinção entre dia e noite. Mas a coisa vai-se endireitando de dia para dia, mas o dia de Natal já por si, é susceptível a gerar cansaços. Se não é da (muita) comida, será das crianças a correrem de um lado para o outro, se não é do vinho ingerido ainda antes do almoço, será das rabanadas, sonhos, filhós, lampreia de ovos, azevias fritos de abóbora ou bolo rei, pois todos sabem o que tudo isto cansa...há que levantar e ir buscar um guardanapo, comer, sentar, voltar a levantar, buscar um guardanapo, comer, sentar...and so on and so on. O Natal dá cabo de uma pessoa, mas se for acompanhado de malinhas da Hello Kitty com microfone incorporado, t-shirts da Hello Kitty, telemóveis de plásticos com a Hello Kitty com vários sons, telefones fixos com a Hello Kittycom outros tantos sons, autocolantes da Hello Kitty e também das Princesas da Disney, vá lá...e mais cuecas, batons que são chupa-chupas, meias, bonés, tudo da Hello Kitty...o que dá mesmo vontade é de assassinar a próxima gata branca com um laço encarnado na cabeça!! A tudo isto junto aviões que não voam, mas que têm comando e fazem o barulho de avião, bancadas de oficianas e todas as ferramentas existentes no mercado, mas em plástico, carros e retroescavadoras de vários feitios...e pronto, não se pode dizer que seja calmo o Natal, a coisa faz-me pensar que todas as meninas querem ser gatas (literalmente) e os meninos quererão ser construtores como o pobre do Bob. A única salvação do dia foi o Noddy estar remetido para segundo plano, pois aí sim, o perú voava como nunca fez, e o taxista amiguinho da ursa, seria afogado na chuva quente que caiu a tarde toda.
Já acabou, e cada vez mais confirmo que nunca poderia haver mais que um Natal por ano, ninguém merece. As pessoas ficam possuídas, fora de si, agressivas de tanto stress ou estranhamente boazinhas, o que numa hipótese ou outra, não deixa de ser terrível. Falam em Espírito do Natal, mas cada vez mais se está a tornar no fantasma de Dezembro, que por aqui acaba de amachucar o papel de embrulho, separar as fitas e ala que se faz tarde, que há locais em que só trabalham no Dia de Reis, e há por aí muito bom Pai Natal que faz os dois serviços, trabalho precário é o que é. Até já.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
delay do organismo
Estou na Ásia, mas o meu organismo ainda está na Europa, acordei às 5h10 da madrugada.
Estou a ouvir chover desde então...vá não fiquem com tanta pena de mim, estão 31º, vou sair de biquini com um impermeável por cima! Até já
Estou a ouvir chover desde então...vá não fiquem com tanta pena de mim, estão 31º, vou sair de biquini com um impermeável por cima! Até já
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
chegada
O choque térmico, estão 28º e são 23h.
A minha sobrinha está enorme e girissima e fala 50/50 de português e inglês, sem pedir a ajuda do público.
Estou zonza de sono. Até já...daqui a mais um bocadinho..
A minha sobrinha está enorme e girissima e fala 50/50 de português e inglês, sem pedir a ajuda do público.
Estou zonza de sono. Até já...daqui a mais um bocadinho..
sala de embarque
Quando vou de férias, o tempo que se passa na sala de embarque é introspectivo: gostava de ter estado com alguém e não conseguimos combinar...coisa que nesta altura do Natal piora, já que parece que todo o mundo sente um chamamento para combinar seja o que for antes do Natal, e indo para fora parece ainda mais obrigatório que uma pessoa se despeça pessoalmente, mesmo que nos últimos meses nunca tenhamos estado juntos; gostava de ter ligado com calma a outro alguém com quem gostava de esclarecer mal-entendidos que nos separam há meses, e com o Natal cai o espírito da reconciliação e entendimento.; gostava que algumas pessoas tivessem cedido às minhas despedidas e me surpreendessem com uma caixa de azevias; gostava de ter jantado, almoçado, lanchado ou ceado com muito mais pessoas que aquelas com que o fiz, mas nesta altura tudo se sobrepõe, mesmo para quem não vai para lado nenhum.
Quando a viagem é de trabalho, a sala de embarque é uma sala de espera como as outras, onde o que recordo é o que deixei por fazer e que tinha mesmo de ser feito; que vamos para o estrangeiro, mas os pontos de interesse podem ter que ser outros que não os turísticos, que posso não ter tempo para aproveitar um local onde talvez não voltaremos, e se às vezs isso não faz diferença, em várias outras nos apetece ter um imprevisto que no faça perder o voo e ficar ali, como se fosse suposto desde o início.
A vida e os cartões de embarque ensinaram-me ao longo do tempo que os imprevistos normalmente acontecem quando queremos mesmo voltar, quando temos algo à nossa espera ou quando deixámos o arroz ao lume. Até já.
Quando a viagem é de trabalho, a sala de embarque é uma sala de espera como as outras, onde o que recordo é o que deixei por fazer e que tinha mesmo de ser feito; que vamos para o estrangeiro, mas os pontos de interesse podem ter que ser outros que não os turísticos, que posso não ter tempo para aproveitar um local onde talvez não voltaremos, e se às vezs isso não faz diferença, em várias outras nos apetece ter um imprevisto que no faça perder o voo e ficar ali, como se fosse suposto desde o início.
A vida e os cartões de embarque ensinaram-me ao longo do tempo que os imprevistos normalmente acontecem quando queremos mesmo voltar, quando temos algo à nossa espera ou quando deixámos o arroz ao lume. Até já.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
o dia da partida
Quando uma pessoa viaja muda sempre um bocadinho. Quando uma mulher viaja além de mudar um bocadinho, é também como se tivesse a fazer uma mudança...de casa.
Não tenho ilusões, a minha viagem começa no dia em que tiro a mala da arrecadação. A partir do momento em que começo a pôr roupa lá para dentro, a viagem já está a acontecer. Vários factores a ter em conta na arrumação de uma mala: meteorologia, claro, mas neste caso, embora muito calor, vou encontrar, pelo menos em Singapura, um povo que não convive saudavelmente com o calor e humidade, ou seja, o facto de terem uma temperatura constante durante todo o ano, por volta dos 29/30º e um nível de humidade muito alto, faz com que em qualquer lado, seja um cubículo ou um pavilhão e exposições, exista um sistema de ar condicionado...sempre exagerado. Assim sendo, todos os casacos que levo são para vestir no interior de alguma coisa, para evitar choques térmicos. Nos táxis, por exemplo, nunca estão mais de 15º. Outro factor a ter em conta é o número de dias de viagem, o que para quem gosta de lavar roupa não faz diferença, mas para mim, que evito dar cabo das mãos (só por isso, claro!) é um dos factores importantes, logo a roupa tem que chegar praticamente para todos os dias, sem repetições. Ainda há que contemplar a quantidade de jantares fora e/ou eventos que provavelmente vamos ter, já que ninguém quer perder os créditos da mulher portuguesa jeitosíssima, lá porque está fora. Irrita-me as mulheres, que lá porque estão fora do país e de sua casa, vestem roupinhas simples, práticas e confortáveis, não se produzem, e acham que ser turista implica sempre uma mochilinha e não uma mala como normalmente, e roupas desportivas, como se no estrangeiro se transformassem nas Rosas Mota da vida.
Agora também não me peçam para fazer conjuntinhos por dia, que é o suficiente para não me apetecer vestir nada daquilo. Quando é uma viagem curta, até 5 dias, ainda talvez, uma fatiota ou outra possa ir composta, agora assim, nem pensar, prefiro fazer por quantidade de partes de cima e de partes de baixo, e sapatos ou sandálias, neste caso.
Só por isso a mala deve ser feita com alguma antecedência, para evitar o misturar de coisas que não dão com nada, e toda a mulher já passou por isto. Mas por mais antecedência que tenha, nunca termina antes do momento de sair de casa, e lá está o drama, pesar a mala. As minhas malas vão tão bem feitas, tão organizadas, ou seja, é raro uma peça de roupa ir dobrada, que 20kg cabem em meia mala!
No entanto, na volta para Lisboa já tive várias vezes que me sentar em cima da mala, fazer pressão no tecto do quarto de hotel, em pé em cima da mala, além de outras façanhas, para que a mala fechasse, já que na volta nunca vem tão arrumada, e claro, há sempre algumas coisinhas a mais...chamam-se compras.
O pesadelo da mala nunca acaba, e as balanças dos aeroportos, curiosamente, dão sempre mais peso que em casa, além de que mesmo já sentada no avião vou achar que me esqueci de alguma coisa, esqueço sempre. Até já.
Não tenho ilusões, a minha viagem começa no dia em que tiro a mala da arrecadação. A partir do momento em que começo a pôr roupa lá para dentro, a viagem já está a acontecer. Vários factores a ter em conta na arrumação de uma mala: meteorologia, claro, mas neste caso, embora muito calor, vou encontrar, pelo menos em Singapura, um povo que não convive saudavelmente com o calor e humidade, ou seja, o facto de terem uma temperatura constante durante todo o ano, por volta dos 29/30º e um nível de humidade muito alto, faz com que em qualquer lado, seja um cubículo ou um pavilhão e exposições, exista um sistema de ar condicionado...sempre exagerado. Assim sendo, todos os casacos que levo são para vestir no interior de alguma coisa, para evitar choques térmicos. Nos táxis, por exemplo, nunca estão mais de 15º. Outro factor a ter em conta é o número de dias de viagem, o que para quem gosta de lavar roupa não faz diferença, mas para mim, que evito dar cabo das mãos (só por isso, claro!) é um dos factores importantes, logo a roupa tem que chegar praticamente para todos os dias, sem repetições. Ainda há que contemplar a quantidade de jantares fora e/ou eventos que provavelmente vamos ter, já que ninguém quer perder os créditos da mulher portuguesa jeitosíssima, lá porque está fora. Irrita-me as mulheres, que lá porque estão fora do país e de sua casa, vestem roupinhas simples, práticas e confortáveis, não se produzem, e acham que ser turista implica sempre uma mochilinha e não uma mala como normalmente, e roupas desportivas, como se no estrangeiro se transformassem nas Rosas Mota da vida.
Agora também não me peçam para fazer conjuntinhos por dia, que é o suficiente para não me apetecer vestir nada daquilo. Quando é uma viagem curta, até 5 dias, ainda talvez, uma fatiota ou outra possa ir composta, agora assim, nem pensar, prefiro fazer por quantidade de partes de cima e de partes de baixo, e sapatos ou sandálias, neste caso.
Só por isso a mala deve ser feita com alguma antecedência, para evitar o misturar de coisas que não dão com nada, e toda a mulher já passou por isto. Mas por mais antecedência que tenha, nunca termina antes do momento de sair de casa, e lá está o drama, pesar a mala. As minhas malas vão tão bem feitas, tão organizadas, ou seja, é raro uma peça de roupa ir dobrada, que 20kg cabem em meia mala!
No entanto, na volta para Lisboa já tive várias vezes que me sentar em cima da mala, fazer pressão no tecto do quarto de hotel, em pé em cima da mala, além de outras façanhas, para que a mala fechasse, já que na volta nunca vem tão arrumada, e claro, há sempre algumas coisinhas a mais...chamam-se compras.
O pesadelo da mala nunca acaba, e as balanças dos aeroportos, curiosamente, dão sempre mais peso que em casa, além de que mesmo já sentada no avião vou achar que me esqueci de alguma coisa, esqueço sempre. Até já.
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