A Malásia tem muito mais para ver, aliás, tudo o que de melhor a Malásia tem para ver, será mesmo fora das grandes cidades.
Kuala Lumpur não foge à regra e embora esta tenha sido apenas uma escapadinha, chegou para dar uma lambidela aos locais marcantes da cidade. As Petronas, ou torres gémeas, como lhes chamam, são o símbolo e must-see da cidade. E pronto, chega-se ali e estão vistas. Podem-se subir para para ver a vista, mas tal não foi possível no dia e na hora que lá estive, até porque, diz quem sabe, a melhor vista será para as torres e não das torres.
Além das twins, existe a Merdeka Square, a praça mais popular. Atenção que merdeka significa liberdade e não outra coisa qualquer. O bahasa malay, a língua oficial engana muito, principalmente para quem é português, e tendo em conta que estivemos no país há alguns 500 anos, uma pessoa desconfia sempre.
A Malásia faz fronteira a Sul com Singapura e Kuala Lumpur, internacionalmente tratada apenas por KL, situada na costa Leste, é a capital do país, neste caso um reino, onde existem cinco governadores, sultões neste caso, que vão rodando entre si o cargo de rei.
Nesta corridinha, houve tempo ainda para experimentar, embora possa parecer banal, uma das sobremesas típicas, o sticky rice with mango. Linearmente é arroz cozido com um pouco de açucar a acompanhar pedaços de manga, o que pareceria redutor, não fosse o arroz de um tipo que dificilmente se encontra em Portugal, o sticky rice, ou arroz peganhento (a tradução não favorece) é um género de arroz muito utilizado no Sudoeste asiático, principalmente em sobremesas, e a sua característica é mesmo ser assim meio...peganhoso. Já tinha provado o Black Rice Pudding, onde também é utilizado este tipo de arroz, mas de uma forma bem mais elaborada e numa receita balinesa. Esta é simples, e embora a estranha ligação com a manga, muito agradável.
Voltarei á Malásia dentro de alguns dias. Até já.





















































